Um mundo novo para os bebês

Os livros são tidos por especialistas como excelentes ferramentas para o desenvolvimento das crianças. Mas, e para os bebês, será que o contato desde cedo com as palavras também é importante? Estudos revelam que sim, já que até dois anos de idade o desenvolvimento cerebral ocorre de forma acelerada e, por isso, a leitura, neste período, é um relevante mecanismo para o crescimento saudável dos pequenos.

Recentemente a Academia Americana de Pediatria (AAP) recomendou aos pais que leiam para os filhos a partir do nascimento e até os três anos de idade, bem como incentivou os pediatras a destacarem em suas consultas sobre a importância da leitura aos pequenos. Segundo os profissionais da AAP, o exercício regular da leitura para os bebês estimula o cérebro, desenvolve a linguagem e as capacidades socioemocionais, prepara para o futuro processo de alfabetização e, ainda, reforça a relação entre pais e filhos.

Na opinião da pedagoga da Editora Vale das Letras, Adriana Pering Battisti, a infância é o melhor momento para exercitar o gosto pela leitura e esse hábito é fundamental para o crescimento das crianças. “O contato com as histórias, imagens e palavras estimula a imaginação e a expressão dos pequenos, seja de maneira escrita ou falada. Por isso, o papel dos adultos em apresentar as crianças aos livros é muito importante”, explica.

Diversidade em livros

Mais do que boas histórias que envolvem o universo infantil, contadas através de linguagem de fácil compreensão, os livros precisam chamar a atenção. Crianças, em especial os bebês, são curiosos e descobrem um mundo novo a cada dia, por isso, o contato com os livros precisa estar relacionado com esta fase de novidade diária. A pedagoga ressalta que durante os primeiros meses e anos da infância, é preciso dar aos bebês livros criados especialmente para esta fase, com palavras simples, acessórios em alto relevo, que contribuam para o toque e proporcionem atividades lúdicas. Segundo Battisti, há diversas opçães diferenciadas e apropriadas para o desenvolvimento dos pequenos, com destaque para os livros com texturas, para banho e sonoros.

Texturas

Detalhes diferentes nos livros, através de variadas texturas, são muito importantes para os bebês, pois garantem a eles o toque e a descoberta do desconhecido. Por exemplo, há livros de pano, como o “Quando Eu Crescer” (Editora Vale das Letras), com os personagens em formato de pelúcia, e o “O Crocodilo Guloso” (Editora Vale das Letras), em formato de fantoche, ou os livros que possuem partes da história e personagens em materiais diferentes, como “A Ovelhinha Lilly” (Editora Vale das Letras), que é feita de lã, para representar seu pelo.

Para banho

O momento do banho dos bebês é especial para proporcionar descobrimento do corpo, aproximação com os pais e ainda interatividade, por meio do contato com a água. Desta forma, os livros também podem ser ótimos brinquedos para divertir o banho, como o “Dani Golfinho” (Editora Vale das Letras), que conta a história de um golfinho e acompanha o personagem em formato de plástico para brincar na banheira, e o “Peixinho” (Editora Vale das Letras), livro no formato de um peixe e que fica cintilante quando está embaixo da água.

Sonoros

Desde poucos meses de vida, quando ainda não sabem falar e são curiosos por tudo que acontece ao redor, os diversos tipos de sons chamam a atenção dos pequenos. Por isso, durante esta fase os livros sonoros podem contribuir com o processo de descobertas, como o “Cantando na Estrada” (Editora Vale das Letras), que diverte e proporciona o contato com música, e o “Cadê a Minha Mamãe?” (Editora Vale das Letras), que acompanha um gravador para registrar as falas das crianças.

Fonte: Gabriela Piske / Presse Comunicação Empresarial