Represa Billings sofre com descaso das autoridades

Além da evidente criminalidade que moávimenta o mercado de peças automotivas oriunádas de furtos, bandidos escolhem reafirmar outro delito: crime ao meio amábiente. Na última semana cerca de 200 carcaças de carros roubados foram localizadas no Rio Tietê, na região do Jardim Panátanal, na zona leste de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, equipes seguem empenhadas, desde a terça-feira retrasada (27), em realizar a retirada das carcaças do local e averiáguar os proprietários dos veículos.

Cálculos da Secretaria de Segurança Pública (SSP) estima haver cerca de 500 carcaças de veícuálos no rio.

O cenário do bandidisámo também não é noviádade para a população do ABC, nem mesmo esse viés de privação do meio ambiente. O mesmo fato noticioso do Rio Tietê foi testemunhado há dois anos às margens da Reápresa Billings. O cemitério de veículos só foi descoáberto porque o nível da água baixou revelando ao menos 20 carcaças perto das margens da represa.

E quem acha que este tipo de crime à sociedade foi exclusivo da época, se engana. Em fevereiáro deste ano, a Polícia Militar foi requisitada para providenciar a retirada de veículos depenados de dentro da água. A denúnácia partiu de moradores da região. Dez carcaças foram encontrados à beira da represa que abastece diretamente cerca de 1,3 milhão de pessoas.

A Represa Billings já sofre há muito tempo de mau uso. Além das carcaáças de carros, quem passa pelo local pode observar uma enorme quantidade de garrafas PET, sacos plásticos, detritos orgâánicos, móveis e entulhos. Todo lixo fazendo da Represa Billings um local de descarte de objetos indesejados.

Atualmente a represa abastece as cidades de Santo André, Diadema e parte de São Bernarádo, banhando estes três municípios, e ainda a zona sul de São Paulo, Ribeiárão Pires e Rio Grande da Serra.